domingo, 31 de janeiro de 2016

DTRH PUBLICA NÚMERO DE VAGAS PARA PROMOÇÃO DOS GCMs DE SÃO PAULO

Abaixo segue publicação com o número de vagas para Promoção Vertical dos Guardas Civis Metropolitanos da cidade de São Paulo.

Publicação DOC 30 de janeiro de 2015 - página 59

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segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Decreto de regulamentaçao da promoçao vertical, horizontal e progressão funcional deverá sair até o final do mes de janeiro.

Estamos nos aproximando do prazo previsto para a edição do "Decreto de Regulamentação das promoções verticais e horizontais e da progressão funcional" vejam abaixo a MINUTA do Decreto apresentada as Entidades de Representação de Classe.




DECRETO Nº____, DE____DE __________ DE 2015.

Dispõe sobre os critérios para o desenvolvimento na carreira dos cargos que compõe o Quadro dos Profissionais Técnicos da Guarda Civil Metropolitana, nos termos dos artigos, 16, 17, 18, 19, 20 e 21, da Lei nº 16.239, de 19 de julho de 2015.
FERNANDO HADDAD, Prefeito do Município de São Paulo, no uso das atribuições que lhe são conferidas por lei,

D E C R E T A:

Art. 1º. O desenvolvimento na carreira do Quadro dos Profissionais Técnicos da Guarda Civil Metropolitana se dará da seguinte forma:
I– Por progressão;
II – Por promoção horizontal;
III – Por promoção vertical.

Art. 2º. A progressão é passagem do servidor do Quadro dos Profissionais Técnicos da Guarda Civil Metropolitana (QTG) para a categoria imediatamente superior dentro do mesmo nível e se dará obrigatoriamente sempre que o servidor preencher os seguintes requisitos:
I - Para os integrantes do nível I:
a) ser aprovado na avaliação especial de desempenho e no estágio probatório, na forma do artigo 13, § 6º da Lei nº 16.239 de 19 de julho de 2015, quando ocupante da categoria de Guarda Civil Metropolitano 3ª classe;
b) ter no mínimo 100 (cem) horas de aperfeiçoamento profissional, durante a permanência na categoria;
c) não ter sofrido pena de suspensão nos últimos 12 (doze) meses;
d) não ter mais que 05 (cinco) faltas injustificadas nos últimos doze (12) meses ou mais do que 10 (dez) faltas injustificadas nos últimos 24 (vinte e quatro) meses;
e) obter nota superior a 70% (setenta por cento) na última avaliação de desempenho a qual tenha sido publicada no Diário Oficial da Cidade São Paulo.
II – Para os integrantes do nível II:
a) ter no mínimo 300 (trezentas) horas de aperfeiçoamento profissional, durante a permanência na categoria;
b) não ter sofrido pena de suspensão nos últimos 12 (doze) meses;
c)     não ter mais que 05 (cinco) faltas injustificadas nos últimos 12 (doze) meses ou mais do que dez (10) faltas injustificadas nos últimos 24 (vinte e quatro) meses;
d) obter nota superior a 70% (setenta por cento) na última avaliação de desempenho a qual tenha sido publicada em DOC.
III – Para os integrantes do nível III:
a) ter no mínimo 200 (duzentas) horas de aperfeiçoamento profissional, durante a permanência na categoria;
b) não ter sofrido pena de suspensão nos últimos 12 (doze) meses;
c) não ter mais que 05 (cinco) faltas injustificadas nos últimos 12 (doze) meses ou mais do que 10 (dez) faltas injustificadas nos últimos 24 (vinte e quatro) meses;
d) obter nota superior a 70% (setenta por cento) na última avaliação de desempenho a qual tenha sido publicada no Diário Oficial da Cidade de São Paulo;
e) ter concluído o nível superior.
IV – Para os integrantes do nível IV:
a) ter no mínimo 160 (cento e sessenta) horas de aperfeiçoamento profissional, durante a permanência na categoria;
b) não ter sofrido pena de suspensão nos últimos 12 (doze) meses;
c) não ter mais que 05 (cinco) faltas injustificadas nos últimos 12 (doze) meses ou mais do que 10 (dez) faltas injustificadas nos últimos 24 (vinte e quatro) meses;
d) obter nota superior a 70% (setenta por cento) na ultima avaliação de desempenho a qual tenha sido publicada no Diário Oficial da Cidade de São Paulo;
e) ter concluído o nível superior.
§ 1º - O interstício para requerer a progressão é de 24 (vinte e quatro) meses de efetivo exercício na categoria que titulariza, exceto para o ocupante da categoria de GCM 3ª Classe que evoluirá à categoria de GCM 2ª Classe, quando da aprovação no estágio probatório, nos termos da regulamentação própria.
§ 2º - Para os servidores afastados nos termos do artigo 15 da Lei nº 16.239/15 será utilizada a nota obtida na última avaliação de desempenho a que o servidor tenha sido submetido, publicada no Diário Oficial da Cidade de São Paulo.
§ 3º - A progressão se dará mediante preenchimento, pelo interessado, de requerimento especifico (anexo I) junto à Divisão Técnica de Recursos Humanos da Secretaria Municipal de Segurança Urbana.
§ 4º - A progressão terá efeito a partir da data do requerimento.
§ 5º - À Divisão Técnica de Recursos Humanos compete:
a) disponibilizar os formulários de requerimento;
b) receber e analisar os requerimentos;
c) definir pelo deferimento ou indeferimento do requerimento;
d) instruir os atos para a formalização da progressão;
e) providenciar a publicação da progressão.

Art. 3º - A promoção horizontal prevista no artigo 16 da Lei nº 16.239/2015 é a passagem do servidor de um determinado grau para o imediatamente superior do mesmo nível e categoria, e será efetivada no mês de abril de cada ano.
Parágrafo único: Os graus são estabelecidos pelas letras A, B, C, D, E, F, G e H e correspondem ao padrão de vencimentos dentro da tabela do Quadro dos Profissionais Técnicos da Guarda Civil Metropolitana (QTG).
Art. 4º - Será promovido ao grau imediatamente superior ao que se encontrar o servidor que contar com 03 (três) anos de efetivo exercício no grau, completados até 31 de dezembro do ano anterior.
1º - Para os efeitos da contagem do tempo previsto no caput deste artigo, o tempo de efetivo exercício relativo ao período do dia 1º de janeiro ao dia 31 de março, em que se der a promoção horizontal, será considerado como ocorrido no novo grau.
§ 2º - A Divisão Técnica de Recursos Humanos da Secretaria Municipal de Segurança Urbana deverá publicar a relação dos servidores promovidos. Os servidores interessados poderão apresentar recurso junto a Divisão Técnica de Recursos Humanos, dentro do prazo de 10 dias após a publicação.
§ 3º - Excepcionalmente, os procedimentos para a promoção horizontal do ano de 2015 serão feitos no mês de novembro e seus efeitos retroagirão ao mês de abril.
§ 4º - Os servidores que foram promovidos por antiguidade em junho de 2015, terão os efeitos retroativos ao mês de abril/2015.
Art. 5º - A promoção vertical, prevista no artigo 18 da Lei nº 16.239/2015, é a passagem do servidor do Quadro Técnico dos Profissionais da Guarda Civil Metropolitana da última categoria de um nível para a primeira categoria do nível imediatamente superior, através da disputa entre os candidatos aferida pela soma da pontuação obtida em razão dos eventos estabelecidos no anexo III.
Art. 6º - Compete à Divisão Técnica de Recursos Humanos da Secretaria Municipal de Segurança Urbana:
I – Publicar o cronograma do processo de promoção vertical, com as seguintes informações:
a) o total de vagas do efetivo atualizadas;
b) a quantidade de ocupantes em cada cargo da categoria;
c) a quantidade de vagas ocupadas em cada nível;
d) a proporção de vagas ocupadas em cada nível, nos termos estabelecidos no artigo 6º da Lei nº 16.239/2015;
e) a quantidade de vagas disponíveis em cada um dos níveis, para atender as proporções estabelecidas no artigo 6º da Lei nº 16.239/2015, aplicada em relação ao total de vagas do efetivo atualizadas;
f) as datas para recebimento das inscrições para os interessados;
g) as datas para recursos;
h) as datas de publicação das classificações prévia e definitiva.
II – Computar a pontuação de acordo com o estabelecido no anexo III deste Decreto;
III – Publicar a relação com a classificação prévia por ordem decrescente de pontuação;
IV – Analisar os recursos;
V – Publicar a relação com a classificação definitiva.
Parágrafo único: Para o disposto na alínea “e” do inciso I, a Divisão Técnica de Recursos Humanos deverá considerar a quantidade de vagas disponíveis acrescida das que serão disponibilizadas com a promoção dos servidores do nível atual ao nível subsequente.
Art. 7º. O cronograma referente ao processo de promoção vertical será publicado no mês de janeiro de cada ano pela DTRH/SMSU.
Art. 8º. São requisitos para inscrição na promoção vertical:
I – Ter no mínimo 20 (vinte) meses de efetivo exercício na categoria que titulariza;
II – Possuir a escolaridade exigida para a categoria pretendida;
III – Não ter mais que 05 (cinco) faltas injustificadas nos últimos 12 (doze) meses ou mais que 10 (dez) faltas injustificadas nos últimos 24 (vinte e quatro) meses;
IV – Não ter sofrido pena de suspensão nos últimos 12 (doze) meses;
V – Estar em dia com o Estágio de Qualificação Profissional (EQP);
VI – Estar em dia com a avaliação psicológica para porte de arma.
§ 1º - Os requisitos utilizados para efeito da promoção vertical serão computados até o dia 31 de dezembro do ano anterior à promoção.
§ 2º - Excepcionalmente, para concorrer à promoção vertical no ano de 2016 o prazo previsto no inciso I deste artigo, será de 10 (dez) meses de efetivo exercício na categoria que titulariza, desde que atenda o disposto no artigo 6º da Lei nº 16.239/2015.
Art. 9º. Para a promoção vertical, a DTRH/SMSU publicará a classificação prévia dos servidores e do resultado caberá pedido de recurso.
Art. 10. Analisados os pedidos de recurso, será publicada a lista definitiva, contendo a pontuação obtida pelos integrantes da carreira que preencham as condições exigidas na Lei nº 16.239/2015, em ordem decrescente.
§ 1º - Serão promovidos verticalmente, os servidores com melhor classificação dentro das vagas oferecidas.
§ 2º - Em caso de empate, será promovido o servidor que contar com o maior tempo de efetivo exercício na categoria, na carreira e idade, respectivamente.
§ 3º - A Promoção Vertical será efetivada no mês de março de cada ano.
Art. 11. - Para efeito da promoção vertical, a pontuação obtida através de cursos não poderá ser utilizada novamente nos casos em que o servidor for promovido.
§ 1º - Caso o servidor não seja promovido, poderá apresentar os mesmos cursos para obtenção de pontuação enquanto permanecer na categoria.
§ 2º - Os certificados de conclusão de nível superior utilizados para obter pontuação para promoção vertical poderão ser utilizados novamente, exclusivamente para comprovar a escolaridade.
§ 3º - Para fins de pontuação que trata este artigo, o servidor deverá apresentar certificados de conclusão de nível superior, bem como de qualificação profissional concluídos até o dia 31 de dezembro do exercício anterior, desde que seja inédito no evento.
§ 4º - Para efeito da pontuação prevista no anexo III, considera-se como tempo de efetivo exercício na carreira, o momento em que o servidor iniciou o seu efetivo exercício, independente da legislação à época.
Art. 12. Os integrantes da carreira que estiverem com restrição legal ao porte de arma ou restrição psicológica, durante o período em que perdurar a restrição a que esteja submetido, ficarão impossibilitados de realizar cursos de qualificação profissional.
Art. 13. Para fins de desenvolvimento na carreira, ficam reconhecidos como Cursos de Qualificação Profissional, aqueles realizados ou referendados pelo Centro de Formação em Segurança Urbana (CFSU), quando se derem por convocação ou autorização do Comandante Geral da Guarda Civil Metropolitana.
Art. 14. Será declarado sem efeito o ato que enquadrar indevidamente o servidor por meio de: progressão, promoção horizontal e vertical, observado o disposto no artigo 78, parágrafos I e II, da Lei nº 8989 de 29 de outubro de 1979.
Art. 15. Este decreto entrará em vigor na data de sua publicação.


PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO, aos ____ de ____________ de 2015, da fundação de São Paulo.
FERNANDO HADDAD, PREFEITO DA CIDADE DE SÃO PAULO

 
ANEXO I

REQUERIMENTO DE PROGRESSÃO

(Art. 2º, §3º)


À DTRH/SMSU

NOME:_____________________________________________________RF:________

CARGO/CATEGORIA_________________________________UNIDADE_____________

Solicito minha Progressão ao Cargo/Categoria___________________________________



ANEXOS?        (    ) SIM                (    ) NÃO       QUANTOS?_________________

DATA_______/______/_______

                                         _____________________________

                                              Assinatura do interessado(a)

                                              R.F.








PREENCHIMENTO PELA DTRH/SMSU

1 - Possui vinte e quatro (24) meses de efetivo exercício?

(    ) SIM                 (    ) NÃO      

1 - Possui a carga horária de aperfeiçoamento profissional exigida para a progressão?

(    ) SIM                 (    ) NÃO      

2 - Sofreu pena de suspensão nos últimos doze (12) meses?

(    ) SIM                 (    ) NÃO                                          QUANDO____/___/____

3 – Sofreu mais que cinco (05) faltas injustificadas nos últimos doze (12) meses ou mais do que dez (10) faltas injustificadas nos últimos vinte e quatro (24) meses?

(    ) SIM                 (    ) NÃO      

4 - Obteve nota superior a 70% na avaliação de desempenho no ano anterior?

(    ) SIM                 (    ) NÃO      

5 -  Possui a escolaridade exigida para o cargo?

 (    ) SIM                (    ) NÃO      

(    ) DEFERIDO                 (    ) INDEFERIDO



PROTOCOLO

Eu,__________________________________________________, RF___________________

recebi do(a)____________________________________________, RF___________________

o requerimento de progressão ao cargo/categoria______________ em____/____/_____





______________________________

Assinatura

R.F.









ANEXO II

INSCRIÇÃO PARA PROMOÇÃO VERTICAL

(Art. 8º)

À DTRH/SMSU

NOME:_____________________________________________________RF:__________

CARGO/CATEGORIA_________________________________UNIDADE______________

Solicito minha inscrição para concorrer ao Cargo/Categoria__________________________

ANEXOS?        (    ) SIM                (    ) NÃO       QUANTOS?_________________



DATA_______/______/_______



_____________________________

                                      Assinatura do interessado(a)

                                          R.F.




PREENCHIMENTO PELA DTRH/SMSU



1 – Possui o Tempo de Efetivo Exercício Exigido?

(    ) SIM                 (    ) NÃO      

2 - Sofreu pena de suspensão nos últimos 12 meses?

(    ) SIM                 (    ) NÃO      

3 – Sofreu mais que cinco (05) faltas injustificadas nos últimos doze (12) meses ou mais do que

dez (10) faltas injustificadas nos últimos vinte e quatro (24) meses?

(    ) SIM                 (    ) NÃO      

4 - Possui a escolaridade exigida para o cargo?

(    ) SIM                 (    ) NÃO      

5 - Está em dia com o Estágio de Qualificação Profissional (EQP)

 (    ) SIM                (    ) NÃO      

5 - Está em dia com a avaliação psicológica para porte de arma

 (    ) SIM                (    ) NÃO      

(    ) DEFERIDO                 (    ) INDEFERIDO








PROTOCOLO

Eu,______________________________________________________, RF___________________

recebi do(a)_______________________________________________, RF___________________

o requerimento de progressão ao cargo/categoria______________ em____/______/________

______________________________

                                                        Assinatura

                                                        R.F.









ANEXO III

PONTUAÇÃO PARA PROMOÇÃO VERTICAL

(Art. 5º)



EVENTO
PONTOS
REFERÊNCIA
Tempo de Efetivo Exercício na Carreira
0,0684932
Por dia de efetivo exercício
Tempo de Efetivo Exercício na Categoria
0,0684932
Por dia de efetivo exercício
Cursos Realizados Pelo CFSU
0,15

Por hora aula – limitado à 400 horas durante a permanência na categoria.
Cursos Referendados Pelo CFSU

0,15

Por hora aula – limitado à 200 horas durante a permanência na categoria.
Cursos de Nível Superior I
80
Cursos com menos de 2000 h/aulas
Cursos de Nível Superior II
120
Cursos de 2000 a 2.999 h/aulas
Cursos de Nível Superior III
   160
Cursos de 3.000 h/aulas e acima
Cursos de Extensão Universitária
0,13888
Por h/aulas – limitado a 360 horas
Cursos de Pós Graduação Latu-Sensu, Especialização ou MBA
  80
Por Certificado
Cursos de Pós Graduação Strictu-Sensu - Mestrado
   120
Por Certificado
Cursos de Pós Graduação Strictu-Sensu – Doutorado
  160
Por Certificado
Pós Doutorado
   200
Por Certificado
Suspensão
   -1
Por dia de suspensão, durante a permanência na categoria.

Inspetoria de Reduçao de Danos, dever ou castigo.



Caros amigos, primeiramente gostaríamos de nos desculpar pela demora nas postagens, pois também somos gente e temos que descansar.


Fomos surpreendidos com uma minuta que transitou nos "WhatsApp" da vida, que é a criação de uma Inspetoria Regional destinada a atender exclusivamente a região da nova luz, digo "cracolândia", a chamada Inspetoria de Redução de Danos ou coisa assim.

As informações não oficiais indicam que será deslocado um efetivo de aproximadamente 350 (trezentos) Guardas para trabalhar de forma exclusiva nesta atividade.

Mais uma vez vemos que os nossos Administradores dão prova que pensam somente nos projetos políticos, pois, temos alguns questionamentos importantes a fazer.

O primeiro é o porquê desta "criação" sem que sequer esteja confirmado o chamamento de novos guardas do concurso que ainda está em vigor.

Este fato não é somente falta de bom senso é ação contrária a qualquer princípio da Administração Pública.

A criação de novo organismo sem que se tenham providos os recursos adequados, principalmente recursos humanos, é ato de pura vontade política de pessoas que usam a máquina pública para fins de interesse e de projetos somente de cunho eleitoral.

Será que os nossos Gestores irão imputar esta missão ao efetivo da GCM que está de forma reconhecida cansado, doente, desmotivado e sem a renovação adequada já há mais de 10 (dez) anos.

É difícil acreditar que os Gestores da Prefeitura destinarão ao efetivo que já foi esfolado pela Administração Serra/Kassab, mais esta missão inglória.

Criar a Inspetoria da "cracolândia", destinando efetivo fixo retirado das unidades operacionais é como sentenciar o Guarda ao castigo físico, mental e financeiro.

Este é o prêmio que merece o único grupo de servidores da PMSP que sempre cumprem com o que é determinado, mesmo enfrentando um número quase infindável de adversidades?

Esta Inspetoria será mais um castigo imposto ao nosso pobre Guarda Civil Metropolitano, que irá se expor de forma fixa a insalubridade do local, a enorme pressão psicológica que é conviver diariamente com estes pobres mortos vivos, usuários de “crack”, que foram esquecidos do real socorro dos órgãos públicos.

Isso não quer dizer que no sistema atual de “apoio” não tenhamos estes fatos, mas pelo menos no sistema atual existe um revezamento, que proporciona ao GCM em algumas vezes ao mês a retirada desta triste rotina que é o apoio a "nova luz", bem como garante o ganho de verbas tais como o Auxilio Distancia, e o transporte de VTR da região periférica até o Centro.

A segunda questão é a forma como se apresentou a minuta, que ao nosso ver foi elaborada com o objetivo de dar um aspecto de doce ao remédio amargo.

A minuta fala em uma verba a qual ainda depende de regulamentação por lei, fala que esta verba virá de um possível convenio com a ONU, mas também não se especifica, diz que será adotado um uniforme especializado, com boina azul, e emblemas da ONU.

Mais uma vez corremos o risco de incorrer na velha retórica que já virou hilarismo dentro da Guarda que é o pensamento “vamos fazer primeiro e depois iremos conseguir as melhores condições e melhorias no salário”

A proposta traz um teor ar de "nobreza" de "eficiência", com o uso de uniforme diferenciado, talvez para tentar chamar os guardas mais simplórios ou para se esconder a realidade.

O principal que é a compra e aquisição de “capacetes, escudos, tornozeleiras e demais equipamentos de EPI”, não vislumbramos na proposta.

A obrigatoriedade de exames médicos periódicos, a aquisição de Mascaras de Gases com filtro, para uso principalmente no processo de lavagem, também não observamos na minuta.

O acompanhamento psicológico do efetivo utilizado de forma fixa também não vimos.

Bem como a garantia de uma verba honorária que realmente cubra os riscos da atividade também não se faz presente.

Por fim muito mais poderíamos falar, mas a realidade é uma só, mais uma vez a GCM é utilizada como instrumento político e como órgão de garantia de um projeto político para inglês ver.

Inexistem números que comprovem que a política de redução de danos implementada pela Prefeitura tenha mostrado resultados expressivos, o que temos na realidade é a distribuição do dinheiro público para garantir o uso do “Crack” por estes pobres seres humanos, que não tem mais discernimento, pois a droga roubou sua dignidade e também sua capacidade de decidir.

A internação compulsória em larga escala é a única saída, pois quem convive com estas pessoas sabe que eles perdem o poder de decidir, certamente estão inclusos na categoria dos absolutamente incapazes pelo CC Brasileiro em seu artigo 3º, inciso III:

Art. 3° - São absolutamente incapazes de exercer pessoalmente os atos da vida civil:

I – os menores de 16 (dezesseis) anos;

II – o que, por enfermidade ou deficiência mental, não tiverem o necessário discernimento para a prática desses atos;

III – os que, mesmo por causa transitória, não puderem exprimir sua vontade

Quem está na operação “nova luz” tem um profundo sentimento de impotência, e de servir ao mal, porque na realidade se estipula uma área física de perdão criminal irregular, pois a ação penal condicionada é presente diariamente na cracolância, onde há consumo de drogas há o tráfico.

O GCM é obrigado a presenciar o tráfico, o uso indiscriminado de crack, se sujeita as ofensas verbais dos usuários e é obrigado a ser omisso em seus ensinamentos fundamentais da área do direito criminal ministradas no curso de formação de Guarda, mas parece que estamos lá para garantir o "direito" daquelas pessoas ao uso do "crack", sem serem molestados por ninguém.

Tudo pelo falso discurso do “social”, de sorte resta somente mais onze meses e seis dias de gestão, mas o futuro só a Deus pertence e devemos nos preparar tanto para o melhor quanto para o pior, triste sina ou maldição do GCM que é sempre esperar por dias melhores.
Este talvez seja o caro preço que estamos pagando pela dita “reestruturação” e pela capenga “aposentadoria especial”.
 
Por fim rogamos ao Nosso Nobre Comandante, que sempre nos defendeu, que interceda por nós nesta demanda e que se possivel implante este serviço somente após a contrataçao de novos guardas e com atençao para prover os questionamentos acima.

Acreditamos que seria melhor que esta unidade fosse criada por Lei e advindo no texto legal a devida e justa gratificaçao, que pelas caracteristicas do trabalho deve ser um valor considerável, a obrigatóriedade de acompanhamento médico e psicologico constante, bem como dos equipamentos de proteção individual.

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sábado, 12 de dezembro de 2015

monitoramento eletrônico, enquanto em outros municípios ha investimento em SP!

Quase metade das câmeras da GCM não funcionam



Desleixo da Prefeitura inutiliza câmeras de seguranças em todas as regiões da capital

Por: Amanda Gomes
Quando uma pessoa é vítima de algum crime, a primeira providência da Polícia Civil é tentar identificar os bandidos com a ajuda de câmeras de segurança. Mas se as autoridades do estado dependerem do monitoramento eletrônico da GCM (Guarda Civil Metropolitana), os ladrões podem dormir tranquilos. Quase metade dos equipamentos de vigilância da força policial da Prefeitura simplesmente não funciona. A justificativa, admite o governo municipal, é a falta de manutenção.
Segundo informações obtidas pelo DIÁRIO através da Lei de Acesso à Informação, a GCM tem 173 câmeras de monitoramento nas principais ruas e avenidas da capital. Setenta e três, porém, estão inoperantes atualmente, apesar de continuarem instaladas no local, enganando tanto a população, que tem a falsa sensação de segurança, quanto os ladrões, que acreditam estar sendo vigiados. A GCM não divulgou os endereços dos locais onde a vigilância não funciona.
A justificativa da guarda para tamanho desleixo é que o sistema atual é analógico e os equipamentos estão desgastados. Existe uma promessa de trocar as atuais câmeras por aparelhos de tecnologia digital com alta resolução. A licitação está sendo preparada e não há prazo para ser concluída. 
A GCM se nega a divulgar informações básicas, que deveriam ser públicas, como, por exemplo, quanto pretende gastar com as novas aquisições e há quanto tempo as atuais foram compradas. 
Enquanto faz o sorrateiro jogo do esconde-esconde com o dinheiro público, a guarda assiste sem agir a uma show de ilegalidades em sua área de atuação. 
As imagens, segundo a corporação, também deveriam ser usadas para “combater o comércio irregular e a ordem”. Por coincidência, o Centro, tomado hoje por camelôs, é onde há mais câmeras inoperantes, com 62 aparelhos de gravação inutilizados, exatamente o mesmo número em operação. A Zona Oeste tem nove câmeras inoperantes e sete funcionando.
Uso para investigação/ A falta de manutenção e de cuidado com os equipamentos de segurança poderiam ter deixado impune a estudante Hivena Vieira, 24. Ela atropelou e matou o gari Alceu Ferraz, 61 anos, na madrugada do dia 16 de junho. Hivena, que estava em alta velocidade, fugiu sem prestar socorro. Praticamente no mesmo ponto havia uma câmera da GCM, mas ela não estava funcionando. Quatro dias após o  crime, uma imagem, também da guarda, mas de outra câmera, que esta instalada a 500 metros do ponto da batida, permitiu aos investigadores confirmar o modelo do veículo. Só então a estudante foi localizada e se entregou. Ela prestou depoimento, mas acabou liberada e responderá o processo em liberdade.
A GCM (Guarda Civil Metropolitana) disse, em nota, que as câmeras inoperantes, após estudo operacional e de visibilidade financeira, serão reativadas e trocadas por outras de tecnologia digital. O processo de licitação está previsto para o próximo ano. De acordo com a pasta, já há equipamentos mais modernos operando atualmente, mas eles também serão renovados. A guarda se negou a responder quanto pretende gastar para fazer a troca. Segundo a nota, a central de telecomunicações da corporação funciona diariamente e acompanha as imagens em tempo real focando principalmente o controle do espaço público e a proteção do patrimônio público. A pasta explicou que quando os agentes visualizam ocorrências de competência de outros órgãos, estes são informados imediatamente.
Resposta da GCM
A GCM (Guarda Civil Metropolitana) disse, em nota, que as câmeras inoperantes, após estudo operacional e de visibilidade financeira, serão reativadas e trocadas por outras de tecnologia digital. O processo de licitação está previsto para o próximo ano.  De acordo com a pasta, já há equipamentos mais modernos operando atualmente, mas eles também serão renovados. A guarda se negou a responder quanto pretende gastar para fazer  a troca. Segundo a nota, a central de telecomunicações da corporação funciona diariamente e acompanha as imagens em tempo real focando principalmente o controle do espaço público e a proteção do patrimônio público. A pasta explicou que quando os agentes visualizam ocorrências de competência de outros órgãos, estes são informados imediatamente.

matéria Diário De SP